Porque as viagens falham antes da chegada
Passei anos a trabalhar no turismo desportivo.
E há algo que volta sempre.
A maioria das pessoas vê uma viagem como logística.
Reservar o hotel.
Marcar os autocarros.
Contratar os serviços desportivos.
E está feito.
Mas a realidade é bem diferente.
Eu vejo uma viagem como uma cadeia de pequenas decisões.
Se já fizeste este tipo de trabalho, sabes.
Sentes onde pode falhar
antes de falhar.
Cada projeto parece novo.
As decisões vão, pouco a pouco, voltar ao fundador.
Não porque a equipa seja preguiçosa.
Mas porque parece mais seguro.
Uma pequena mudança…
afeta hotéis, transportes, treinos, refeições, equipa.
Não existe um único sítio com a visão completa.
Só emails.
Mensagens.
Folhas de cálculo.
Memória.
E o stress?
Não atinge o pico no dia da chegada.
Aparece semanas antes.
Quando tudo ainda pode mudar.
E nada parece realmente fechado.
O que fica na memória das pessoas são os erros.
Não por semanas.
Por anos.
(“Nunca mais viajamos com esta agência.”)
Foi por isso que a minha forma de ver isto mudou.
Se uma solução só funciona no dia da chegada,
não ajuda.
Se não reduz o stress antes da chegada,
é inútil.
Indústrias diferentes.
O mesmo problema.
Se isto te soa familiar,
onde começa o stress para ti?
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